quinta-feira, 30 de junho de 2011

Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não
Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer
Pelos campos há fome
Em grandes plantações
Pelas ruas marchando
Indecisos cordões
Ainda fazem da flor
Seu mais forte refrão
E acreditam nas flores
Vencendo o canhão
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer
Há soldados armados
Amados ou não
Quase todos perdidos
De armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam
Uma antiga lição:
De morrer pela pátria
E viver sem razão
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer
Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Somos todos soldados
Armados ou não
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não
Os amores na mente
As flores no chão
A certeza na frente
A história na mão
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Aprendendo e ensinando
Uma nova lição
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora... Não espera acontecer!

segunda-feira, 20 de junho de 2011

A VERDADE QUE TENTAM OCULTAR!

MERITÍSSIMO JUIZ DE DIREITO DA COMARCA DE JACUTINGA

Venho por meio de esta relatar a versão dos fatos ocorridos no dia 6 de maio de 2011, (relato este encaminhado ao DDHPR (Departamento de Direitos Humanos do Gabinete do Presidência da República) dentro da delegacia de policia desta cidade, onde fui espancado com socos na cabeça e no rosto e humilhado com palavras de baixo calão como ( vagabundo, safado filho da puta, pastorzinho de merda, vou te dar um corretivo seu safado) entre outros, por um policial de nome Sergio e sem motivo algum, pois de maneira nenhuma o desacatei ou mesmo me dirigi com alta voz diante do mesmo, outro sim informo-vos que perante outro policial com nome de Timoteo este testemunhou todo o fato até mesmo tentando impedir o agressor dizendo ao mesmo ‘vai com calma cara’, mesmo assim continuou com a agressão dizendo que iria me levar para uma sala especial.
A Agressão só foi contida quando solicitei a presença do delegado que mesmo estando no local não compareceu, solicitei então um promotor ou mesmo um juiz da cidade e alguém da corregedoria, foi quando um dos policiais comentou ao Sergio você fez merda e agora?
Durante vinte minutos fiquei pedindo providencias quanto ao ocorrido e exigi o exame de corpo delito, foi quando o Dr delegado mandou dois dos policiais Eloino e Guilherme encaminharem ao exame, o que me deixou intranqüilo foi quando o medico me examinava me perguntou que havia acontecido e relatei o fato, no mesmo instante virou para os policiais e disse : De novo? quando é que isso vai acabar?” isso precisa mudar!
Após o exame voltamos para a delegacia onde fui comunicado que o policial Sergio estava muito nervoso e o boletim ou (BO) seria dado seqüência na segunda ou terça feira e que era para eu esperar o chamado, tentei fazer um boletim de ocorrência sobre a agressão sofrida, não permitiram argumentei implorei que fosse feito este boletim da agressão sofrida pelo policial, mas em vão, dezoito dias depois fui chamado para assinar um documento que solicitei ao Policial Marcelo se poderia ler antes de assinar, mais intranqüilo fiquei quando li o tal boletim de ocorrência onde constava que de agredido passei a ser o agressor achei um absurdo, pois estavam violando todos os meus direitos e ainda colocando-me como mentiroso e me acusando de agressor, disse ao mesmo que não assinaria tal documento que era pura inverdade e por incrível que pareça o policial Marcelo concordou comigo e lamentando tal fato, mas era o trabalho dele, disse o mesmo.
Tal fato tem um inicio Excelência, e peço sua compreensão na leitura dos mesmos pois meu português não é dos melhores por isso peço perdão por alguma coisa rebuscada ou mesmo erros na escrita.
Minha esposa trabalhou quinze anos ininterruptos para uma família desta cidade eu a conheço há dois anos sou casado com ela há um ano e desde que a conheço sempre foi dinâmica e atenciosa aos seus patrões onde muito finais de semana sacrificou para atender tais pessoas, mas após o casamento fiz uma exigência para a mesma pedir a conta e trabalharmos juntos, eu mesmo fui pessoalmente solicitar uma substituta pra minha esposa, expliquei a ela que como pastor poderia ser transferido a qualquer momento para outra cidade ou estado mas a senhora sua patroa Benedita Rodrigues
Usou todos os argumentos possíveis, dizendo:’onde já se viu, ela esta comigo a quinze anos, é difícil encontrar uma menina tão dedicada quanto a Isa Maria ela é como se fosse minha filha’ palavra de sua ex patroa.
Uma semana antes desta agressão, mais uma vez solicitei a minha esposa que pedisse sua conta, mas infelizmente, mais uma vez justificando Dona Benedita disse: que foi enviado um casal para cuidar da mesma, dona Sandra e seu Geraldo, mas dona Benedita sua ex patroa alegava que sua atual funcionaria era louca, pois não confiava nela devido aos remédios controlados que tomava, enfim mais uma semana de agonia, foi quando minha esposa um pouco impaciente chegou em nossa casa, após insistir no que estava acontecendo ela disse; ‘ fui arrumar o quarto da Claudia ela parecia um zumbi (esta neta de dona Benedita) havia uma fumaça estranha um cheiro esquisito e a Conceição estava deitada na cama parecia que estava falando ou resmungando sei lá coisa muito estranha, e mais estranho ainda é uma pedra que achei debaixo do travesseiro dela, bom a pedra eu joguei fora esquisita parecida com isopor sei lá” (pois sabemos o dia a dia desta senhora com relação a “remédios controlados” )
A partir deste momento decidi, ela não iria mais trabalhar neste local, daí começou todo o problema no outro dia falei a minha esposa vai lá e diz pra dona Benedita que você não vai mais trabalhar pra ela que agora vai trabalhar comigo, minha esposa se dirigiu ao apartamento de dona Benedita onde assim que chegou fui interpelada pela Conceição (esta funcionaria acompanhante de Dona Claudia) sobre a tal pedra e minha esposa disse que havia jogado no lixo, a partir deste momento deram falta de cinqüenta reais e dirigindo- a minha esposa começaram a questiona-la sobre o tal dinheiro, neste vai e vem, sumiram mais cinqüenta reais dirigindo-se a minha esposa acusaram-na de roubo que era melhor ela devolver os cem reais, misteriosamente na mesma hora desapareceu uma chave de segurança de remédios controlados de dona Benedita, onde mais uma vez minha esposa foi questionada e acusada “aonde estava a chave o que ela tinha pego”, pouco depois minha esposa estava sendo acusada de roubo de um anel ( algumas horas antes ligaram para minha sogra dizendo que minha esposa havia roubado uma toalha de mesa que sua neta tinha trazido de fortaleza e interrogaram minha sogra por telefone ameaçando dizem do “pobre é assim mesmo não pode comprar, ai rouba de nós que somos ricos”)
Palavras esta ditas por Claudia, minha esposa mais uma vez acusada por roubo desta toalha pediu que olhassem no guarda roupa na gaveta tal e lá encontraram a bendita toalha.
Tentando se desculpar, pois viram que foram longe demais, pedi a minha esposa que fosse a delegacia fazer um boletim de ocorrência de PRESERVAÇÃO DE DIREITO,
Pois eu sabia que estes quinze anos dedicados a esta família lhe custaria muito caro
Foi ela para a delegacia chegando lá foi atendida e mandaram aguardar, enquanto aguardava, adentrou ao recinto da delegacia a sra Claudia e sua acompanhante sra Conceição, e imediatamente foi atendida por Sergio o policial agressor que por coincidência é amigo de infância de Claudia a partir daí a vida da minha esposa virou um inferno, na mesma hora foi detida e sem comunicação e acusada de de roubo de um anel de estimação de dona Benedita.
Enquanto ela sofria coação para confessar o que não tinha feito, cerca de trez horas depois preocupado no meu escritório, pois a sua demora não era normal, porque pedi a ela que fosse a delegacia Fazer o Boletim e vir pra casa, preocupado fui até o prédio onde ela trabalhava, Sandra a nova empregada informou que estavam todos na delegacia
Dirigi-me a delegacia onde constatei que os policias estavam preparando um diligencia para me buscarem, pois minha esposa segundo o sr policial Eloino havia dito que eu era um homem violento e que tinha cerca de quinze homicídios e era procurado da justiça.

Chegando a delegacia com documento a mão solicitei ao mesmo que fizesse averiguação quanto ao fato do que segundo ele a minha esposa havia confessado, durante a averiguação a dona Claudia na mesma sala me interrogava e insistia que havia eu ameaçado-a de morte, (detalhe minha esposa não foi ouvida um minuto sequer) pois dona Claudia com toda liberdade dentro do recinto se portava de maneira estranha falando palavras desconexas agindo como alcoolizada e ainda comentei com o sr policial Eloino “esta jovem não esta normal parece estar alcoolizada” isso não vem ao caso sr luiz, e ordenou que a mesma saísse da sala e após muita insistência se retirou
Após averiguação e nada absolutamente nada foi constatado, mesmo assim o sr policial Eloino disse que pediria um mandato de busca e apreensão para minha residência, pois estavam a procura de um anel de estimação de dona Benedita, apanhei minha chave e quis entregar ao policial que fizesse a busca, mas ele nao aceitou eu disse não é nescessario vamos até lá e o senhores façam seu trabalho, enfim foram na minha residência não precisa dizer como ficou após a revista feita pela sra policial Adélia
E o sr policial Guilherme, a única coisa que pedi ao sr policial Eloino que “pelo amor de Deus que não plantasse alguma coisa em minha casa” por que já estava cansado dessa istoria, após a devida revista foram encontrados algumas bijoterias que foram levadas para depol e devolvidas a mim.
Chegando a delegacia fui encaminhado para uma sala que se encontrava o sr policial Sergio que pediu meus documentos entreguei, o mesmo olhando pra minha identidade e manuseando-a chegando a dividi-la em dois, pois já esta um pouco velha, me propus a ceder-lhe minha carteira de motorista que renovei a poucos meses, entregando na sua mão daí por diante esta relatado no começo deste documento que redigi e assinei
Minha esposa ficou das nove horas da manhã até as seis hora da tarde sem direito a comunicar-se com ninguém, foi humilhada tentaram a faze-la confessar.inclusive com a presença do sr Nóe ex prefeito da cidade que por coincidência é tio de dona Claudia
Excelência quero comunicar que o anel em questão foi encontrado no
banheiro da neta de dona Benedita como também a chave de segurança do armário de remédios, e não foi comunicado a depol.
O resultado de tudo isso, minha esposa não consegue ter um sono tranqüilo sempre apreensiva , pois o sr policial ameaçou quebrar toda igreja e que ninguém mais freqüentaria,ele faria de tudo para acabar com nosso trabalho na cidade
Hoje nossa comunidade que atendia cerca de quinze famílias foi fechada por questão de segurança, entregamos o salão onde reunia-mos famílias para falar do AMOR DE DEUS, na verdade estou temeroso quanto a minha segurança e de minha esposa sou pastor a quase vinte anos trabalhando com comunidades carentes e nunca presenciei tanto autoritarismo e nenhum temor quanto ao abuso o descaso de autoridade policial em uma cidade como esta.

O que mais me assusta, que depois de tudo isto surgiu agora uma lista de produtos que segundo os acusadores sumiram durante os quinze anos e que minha esposa tem que dar conta.
Quanto aos seus direitos trabalhistas! foi pago a minha esposa R$ 1.000,00 por quinze longos anos de trabalho! E o recado dado foi “tai a esmola que você merece”
O que mais me indignou foi minha intimação para comparecer ao fórum desta cidade como agressor de um policial, diante do promotor ele mentiu descarada mente na sua versão do ocorrido, mesmo assim o sr promotor após me ouvir estipulou uma multa de um salário mínimo o qual recusei pagar, pois não sou culpado de nada, não fiz nada a não ser agredido fisicamente e na minha honra humilhado.
Quanto ao fato do promotor fazer um comentário infeliz, que ao meu ver ouve quebra de ética quanto a própria justiça

- Disse o promotor diante do agressor e dois advogados e minha pessoa:

Que conhecia o sr Sergio (o agressor em questão)
E que o mesmo seria incapaz de fazer tal coisa
Assim sendo solicitei que o processo fosse ajuizado em outra comarca, pois me senti lesado mais uma vez no meu direito, isso também foi negado, pois solicitei a comarca de pouso alegre, e o sr promotor disse que não e levaria para a cidade de ouro fino onde o mesmo cuidaria do assunto.

Meritíssimo peço a vossa excelência que pelo fato do sr promotor estar nesta cidade a cerca de dezessete anos e conhece a muito tempo o agressor em questão, sendo amigos pessoais, segundo funcionários do próprio fórum, peço que por favor interfira por minha pessoa segundo a justiça do qual o sr foi embu ido, pois Deus sabe julgar com justiça os homens e creio que o senhor foi levantado e preparado para julgar segundo seus princípios e os princípios da justiça do qual o senhor defende e julga!

OBS: exame de corpo delito desapareceu misteriosamente na delegacia e no pronto socorro ( a´te agora pelo menos) quem sabe pode aparecer com a intervenção de vossa excelência, o boletim de ocorrência com respeito a minha agressão foi negado e com a presença do Dr delegado, que após agressão se retirou da mesma para sua casa.

Peço deferimento e intervenção de vossa excelência.





Sem mais, sua compreensão,







(35) 8705-6617- (35) 9100 4556


Luiz Antonio Rodrigues Virgilato.
RG 16134311-9
Virgilattopropaganda@hotmail.com
Meu (35) 9100-4556

À ALGO DE PODRE NO REINO DE JACUTINGA

Neste domingo pela manhã, minha esposa trouxe um jornal que pensava eu ser um jornal serio, pois durante dois anos nesta cidade nunca tive a curiosidade sequer de folhar tal ‘ jornal’ , mas me deparei com uma curiosidade e fui manusear o tal, foi quando lendo uma da colunas deste folhetim um ‘jornalista’ dilacerava seu comentário sobre o trabalho abre aspas Excelente fecha aspas da policia nesta cidade, pois seu texto e comentário nos faz refletir sobre o direito garantido pela carta magna, o mesmo se identifica como jornalista, apesar de meus quase vinte anos na área de comunicação, fiquei abismado como profissional da área testemunhando uma falácia oportunista de um lambe botas de politico, seu comentário foge totalmente a ética jornalística pois um jornalista que se presa ele informa e não opina e da informação e não tem o direito de julgar e repito sua função é informar e não opinar.
Assim decidi neste pequeno informativo levantar uma questão, ele defende a opressão a qualquer custo como um hitleriano ou coisa parecida se valendo de um salário de oito mil reais para defender uma causa já perdida de uma politica de coronéis que para ser extinta nesta cidade falta alguns meses!
Já me deparei em minha carreira com este tipo de ‘jornalismo marrom’ , um jornalismo oportunista e dinheirista sem escrúpulos onde o que vale é o que entra na conta bancaria e os favores empregaticios, como funcionários do executivo emanharados em todos os setores diga-se na delegacia de policia (afinal eles tem que ter o poder para ameaçar e punir) no fórum da cidade não é diferente, onde são amigos do promotor e por ai vai, assim eles se sentem intocáveis inquestionáveis e pior de tudo com direitos da impunidade afinal sou amigo do fulano aqueles que fizerem algum comentário é declarado inimigo, coisa de Hugo chaves ou mesmo Castristas.
Um trecho do seu comentário alem de ser absurdo é inócuo veja so isso - ‘’ pois ainda que elas vão a nossas casas, quebrarem a nossa privacidade, temos certeza de que é algo necessário para a manutenção da ordem e da paz na cidade’’ este comentário inoportuno lembra um velho mau caráter e assassino chamado ACM ou conhecido como toninho malvadeza ex governador da Bahia, dizia ele que os fins justificam os meios.
e não me venha com conversa fiada como defensor deste ou acusador daquele, pois eu sei como funciona o sistema cujo qual esta a serviço, só eu mesmo sei o que passei dentro desta casa chamada delegacia de policia nas mãos de um perturbado que se diz policial e nem concursado é, onde a mentira prevalece como o sumiço de boletins de ocorrências os favores políticos enfim um ninho de cobras com pessoas que sabem que participam desta maratona de mentiras